02 de Setembro de 2015

Polícia Civil desvenda assassinato de idoso

Crime aconteceu no dia 11 de agosto, na cidade de Panamá

O delegado Gustavo Carlos Ferreira, titular de Polícia Civil de Goiatuba, apresentou, no dia 28 de agosto, o resultado das investigações que apuraram o latrocínio ocorrido no dia 11 de agosto, na cidade de Panamá, e que teve como vítima João Gabriel de Souza, de 76 anos, comerciante conhecido como João Galego.

O delegado informou que as investigações tiveram início a partir das imagens das câmeras de segurança de uma agência lotérica da cidade de Itumbiara, que mostraram um homem realizando dois saques na conta corrente da vítima, no dia ao seu desaparecimento.

O sacador foi identificado como José Divino Lopes da Silva, de 31 anos, morador da cidade de Panamá. Na residência dele, após busca com autorização judicial, a polícia encontrou o boné e uma camisa, identificadas como sendo as peças que o investigado utilizava quando realizou os saques na lotérica.

O delegado, então, representou pela prisão temporária do suspeito, cujo mandado foi cumprido no dia 21 de agosto. Após confessar o crime, José Divino indicou o local onde deixou o corpo, num ponto de difícil acesso na zona rural de Panamá. João foi morto na casa do suspeito, com golpes na cabeça, provocados por um pedaço de madeira. O corpo foi levado até o local da desova no carro dos avós do autor.

O investigado ainda lavou o porta-malas do carro, o quarto da sua residência, onde matou o idoso, além de ter escondido o pedaço de madeira utilizado para golpeá-lo. A Polícia Civil, entretanto, conseguiu apreender o carro e encontrar o instrumento do crime. Tudo foi encaminhado ao Instituto de Criminalística que comprovou a existência de sangue nos objetos.

O delegado Gustavo Ferreira aguarda resposta à representação pela quebra de sigilo telefônico do investigado e bancário da vítima, para que providencie o encaminhamento do inquérito policial ao Poder Judiciário, com o indiciamento de José Divino pelo crime de latrocínio, cuja pena pode chegar 30 anos de reclusão.

Texto e foto: Polícia Civil

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